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sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Evento familiar do dia:

1874

Nascia, em São Lourenço, Portalegre, a minha tia-bisavó segunda (por Carlos Alberto), Teresa de Jesus Casqueiro, filha de Joaquim António Casqueiro d'Oliveira e Rita da Conceição Serra, neta dos meus tetravós João António Correia Serra e Maria dos Santos.

Casou com João Francisco Pereira, filho de João Mateus Pereira e Ana Joaquina, e tiveram pelo menos dois filhos:

  1. Domingos José Azêdo, nascido em 1895
  2. José Maria Azêdo, nascido em 1904


Faleceu a 31 de Outubro de 1949 , com 75 anos, na freguesia da
Sé, Portalegre.



terça-feira, 24 de julho de 2018

Eventos Familiares do Dia:

1909

Falecia de "debilidade senil" a minha tetravó paterna (por Carlos Alberto) Felícia Maria de Jesus.

Nascida em Casais, Ferreira do Zêzere, em 1824, filha de Joaquim da Silva Mouga e Maria Angélica Tomás. Casou aos 27 anos com Manuel Dias, filho de Teodoro José Dias e Francisca de Jesus Antunes, e tiveram pelo menos seis filhos:


  1. António Dias, nascido em Ferreira do Zêzere em 1852, casou com Joanna Maria. Faleceu em 1913. Trisavós.
  2. Maria, nascida em Ferreira do Zêzere em 1857
  3. Joaquim Dias Ferreira, nascido em Ferreira do Zêzere por volta de 1860, casou com Joaquina da Estrela Ribeiro
  4. Maria, nascida em Portalegre em 1860
  5. Amélia da Conceição  Dias, nascida em Ferreira do Zêzere por volta de 1862, casou com José Maria Dias, seu primo;
  6. Manuel Dias Ferreira, nascido em Ferreira do Zêzere em 1866, casou com Maria das Dores Carvalho.

Faleceu, já viúva há 16 anos, na Vila Amélia da Freguesia da Sé de  Portalegre a 24 de Julho de 1909.


1778

Nascia na Freguesia de Santa Eufémia, Pafarrão, Torres Novas, a minha tia pentavó materna (por Isidro), Maria Joaquina. Filha de José Francisco e Maria Joaquina (da Silva Pires). Casou com Joaquim António Pereira e tiveram três filhos:


  1. António Pereira, nascido em 1807
  2. José Pereira, nascido em 1812
  3. Joaquim Pereira, nascido em 1817

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Eventos familiares do dia: História da Naba Maria Dias

1818

Casavam na extinta freguesia de São Martinho, de onde eram naturais, os meus pentavós paternos (por Carlos Alberto) José Ferreira Descalço e Cipriana Rosa (da Fonseca). Ele nascido em 1792 e filho de Joaquim Dias e Catarina Josefa de Almeida. Era viúvo de Maria dos Remédios quando casou segunda vez. Ela, filha de Dâmaso José da Fonseca (ou Milhinhos) e Maria de Sá Correia. Tiveram pelo menos oito filhos:


  1. João, nascido em 1819;
  2. José Maria Descalço, nascido em 1821 e que casou com Maria Joana;
  3. Maria José Descalço, nascida em 1824, casou com Ludovino Mendes, pentavós;
  4. António Dias Descalço, nascido em 1826, casou com Maria dos Remédios;
  5. Rita, nascida em 1829;
  6. João Dias Descalço, nascido em 1831, casou com Maria Salomé;
  7. António Dias, nascido em 1835, casou com Maria Francisca;
  8. Ana da Conceição Descalço, nascida em 1837, casou com Francisco Rodrigues Ratana.
1696

Casavam em Ferreira do Zêzere os meus nonavós paternos (por Carlos Alberto), Manuel Cotrim e Maria Dias. Ele nascido nas Courelas, Ferreira do Zêzere, filho de Francisco Heitor e Maria Cotrim e ela, também da Courelas, filha de Manuel Fernandes e Helena Dias. Tiveram


  1. Pedro Cotrim, nascido em 1697;
  2. Manuel Cotrim, nascido em 1699, casou com Josefa Mendes. octavós;
  3. Maria, nascida em 1702;
  4. João, nascido em Junho de 1704, faleceu com quinze dias.

Depois desta data Manuel Cotrim desapareceu para parte incerta. A mulher, ficando sozinha com filhos pequenos para criar, acabou por se envolver primeiro com Teodósio Camello, morador no Alqueidão, de quem teve um filho:


  1. João, nascido em 1708


Depois envolve-se com um solteiro das Courelas, João das Neves, com quem tem outro filho:


  1. João, nascido em 1716


Neste segundo filho ilegítimo é referida pelo Padre pela alcunha "Naba".

O Manuel é dado como falecido em 1728 por estar desaparecido há mais de 15 anos. São rezadas diversas missas por sua alma.
A Maria faleceu aos 85 anos, em 1763.




domingo, 22 de julho de 2018

Concurso de fealdade... Revista Arcádia 1927



Eventos Familiares do Dia:

1909

Casavam em Portalegre os meus tios-bisavós paternos (por Carlos Alberto), João António Dias e Tecelina da Conceição Roque. Ela, natural da Sé e filha de Henrique José Roque e Joaquina Rosa e ele, também natural da Sé, era correeiro e filho dos meus trisavós António Dias e Joanna Maria. Tiveram pelo menos dois filhos:


  1. António Dias, nasceu em Setembro de 1909, dois meses após o casamento dos pais, faleceu em 1955;
  2. Amílcar Maria Dias, nasceu a 22 de Maio de 1912 e casou com Maria Luísa da Costa e Silva, faleceu em 1969.


João António Dias falecia 11 dias antes do nascimento do segundo filho, a 11 de Maio de 1912.

1940




Falecia em Portalegre o meu tio-bisavô segundo paterno (por Carlos Alberto), José Maria Casqueiro.
Nasceu em 1876, filho de Joaquim António Casqueiro d'Oliveira e Rita da Conceição Serra, neto materno dos meus tetravós João António Correia Serra e Maria dos Santos. Era Pedreiro. Casou com Maria José Valentim e com ela teve pelo menos quatro filhos: 

  1. Manuel Maria Casqueiro, nascido em 1899;
  2. Francisco da Ascenção Casqueiro, nascido em 1901, casou com Isabel Maria Polainas e faleceu em 1960 (na foto);
  3. Bárbara, nascida em Janeiro de 1904 e falecida em Dezembro de 1905;
  4. Armando Casqueiro, nascido em 1909.





sexta-feira, 20 de julho de 2018

Eventos Familiares do Dia:

1793

Nascia no Lugar da Guia, Mata Mourisca, Manuel Grácio, meu pentavô materno (por Isidro). Filho de Dionísio José e Maria Teresa.
Aos 20 anos, em 1814, casou com Maria de Jesus (Rodrigues), foram morar para Vieira de Leiria e tiveram pelo menos cinco filhos:


  1. Manuel Grácio, nascido por volta de 1815, que casou com Maria de Jesus
  2. Luís Grácio, meu tetravô, nascido em 1819 e casou com Ana de Jesus Vicêncio
  3. Umbelina, nascida em 1821
  4. Maria, nascida em 1825 
  5. José, nascido em 1828
1807

Casavam em São Lourenço, Portalegre, os meus tios-pentavós paternos (por Carlos Alberto) Manuel Serra e Maria da Encarnação.
Ele, natural da cidade e freguesia acima referidas, era filho dos meus hexavós António Serra e Inês Teresa Rosada, filha de João Mateus, de Elvas, e Josefa Rosa de São Lourenço, Portalegre.


Tiveram pelo menos um filho, nascido em 1809 a quem deram o nome de Valentim.

1728

Casavam na Igreja Paroquial de Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide, os meus octavós paternos (por Ludovina) Gonçalo Sanches e Maria Calado. Ele filho de António Fernando Grande e Beatriz Mourato e ela, nascida em 1707 e filha de Francisco Vaz Soeiro e Maria Isabel Rodrigues.
Tiveram pelo menos sete filhos: 


  1. Manuel Rodrigues Soeiro, meu heptavô, nascido em 1729, que casou com Rosária Maria Madeira;
  2. Francisco, nascido em 1731;
  3. Francisco, nascido em 1732;
  4. Maria, nascida em 1734
  5. Joana, nascida em 1737
  6. João Baptista Soeiro, nascido em 1740 que casou com Ana Maria Inchado
  7. Josefa da Encarnação, nascida em 1744

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Eventos familiares do dia

1884

José Maria de Jesus Reya Campos, meu tio-bisavô segundo, foi reconhecido nesta data pelo pai, o meu tio-trisavô António Maria Serra, fotógrafo.

Foi baptizado na freguesia da Sé de Portalegre a 8 de Setembro de 1864, com o nome José Maria de Jesus como filho de pais incógnitos, tendo sido exposto no hospício da cidade às 8 da noite do dia 7 de Setembro, após ter nascido. Foi seu padrinho o Padre José António Roxo, tesoureiro da cidade, e madrinha Josefa Juliana.  Foi entretanto "adoptado" pela mãe biológica, Maria Eugénia Reya Campos (na foto).



A 8 de Março de 1776, quando tinha 11 anos, a sua mãe, primeira fotógrafa portuguesa, que na verdade era natural de Valência de Alcântara, Espanha (e filha de mãe espanhola), legitimou-o. Só 8 anos depois o seu pai, também fotógrafo, o legitimou. 
Formou-se em Farmácia. A 5 de Agosto de 1897 casou com Amélia Reya Campos, também ela uma criança exposta legitimada mais tarde, sua prima segunda e filha de uma irmã da mãe Isabel Reya Campos.
Tiveram pelo menos uma filha, de nome Maria, nascida a 25 de Maio de 1898 na freguesia de Santa Justa, Lisboa. Não encontrei mais filhos do casal nos registos de Santa Justa.

Faleceu nos Restauradores, em Lisboa, no dia 23 de Março de 1919, aos 54 anos.

1739

Nascia Brízida, minha Tia-heptavó, na Levegada, Ferreira do Zêzere. Era filha dos meus octavós Manuel Antunes e Antónia Nunes. Quando tinha 25 anos, em 1764, foi madrinha sobrinha, que ficou com o seu nome, filha do seu irmão Manuel Antunes e cunhada Maria Ribeiro. Nessa data era solteira. 
Casou depois com José Antunes de quem teve, a 12 de Janeiro de 1768 o filho Alexandre. Desconheço se teve mais descendência.



segunda-feira, 16 de julho de 2018

Eventos familiares do dia:

1904

Nascia na freguesia da Sé de Portalegre José Dias Ferreira, tio-avô segundo paterno (por Carlos Alberto). Filho de Teotónio Dias Ferreira e Maria d'Alegria Miranda Brito e neto paterno dos trisavós António Dias e Joanna Maria. Casou duas vezes, a primeira com Eliana Carolina, que faleceu em 1956, e casou pela segunda vez, em 1973, quando tinha 69 anos com Elisa Carolina de Macedo. Desconheço-lhe descendência. Faleceu em 1988 em São Vicente de Fora, Lisboa.




domingo, 15 de julho de 2018

Eventos familiares do dia:

1909

Casavam na Igreja de São Lourenço, Portalegre, os meus tios-bisavós paternos (por Carlos Alberto) Hermínia da Conceição Serra Mendes e Severino Augusto Curinha. Ele nascido por volta de 1886, era filho de António Maria Curinha e Justina da Cruz Rosado. Ela nascida em 1891, era filha dos meus trisavós Francisco António Mendes Descalço e Deodata Maria Mendes. Tiveram pelo menos dois filhos:

  1. António Augusto Serra Curinha, nascido em 1910, casou com Ana Rosa Maravilha Ferreira. Faleceu em 1984;
  2. Pedro José Mendes Curinha, nascido em 1912, casou com Laura Reis. Faleceu em 1992.


A Hermínia faleceu em 1952. Desconheço data de falecimento do Marido.

1680

Casavam na Igreja de São Lourenço, Portalegre, os meus decavós paternos (por Ludovina), Manuel Francisco Fernandes Themudo e Margarida Vaz. Ele filho de Manuel Fernandes Themudo e Leonor Dias e ela filha de Estevão Fernandes e Maria Vaz. Tiveram pelo menos um filho:

  1. Francisco Vaz Themudo, meu nonavô, casado duas vezes. A primeira com Úrsula Maria e a segunda com a minha nonavó Maria Ribeiro.






sábado, 14 de julho de 2018

Eventos familiares do dia

1887

Era baptizada na Sé de Portalegre a minha tia-bisavó paterna (por Carlos Alberto) Joana Maria Mendes, filha de Francisco António Mendes Descalço e Deodata Maria Serra. Era uma Quinta-Feira. Foram seus padrinhos António Manuel Madeiro, lavrador e sua mulher Deodata Maria Ribeiro, moradores na Herdade do Costa. Era costureira e sabia ler e escrever. Casou com Joaquim Lourenço Trindade e com ele teve pelo menos uma filha:
  1. Hermínia Trindade que nasceu em 1907 e casou com Manuel Sequeira.
1765

Falecia em Vale de Lameiras, Ferreira do Zêzere a minha octavó paterna (por Carlos Alberto), Josefa Maria (Dias). Nasceu por volta de 1705. Casou com Manuel dias e tiveram pelo manos um filho:

Manuel Dias, nascido em 1730, meu heptavô. Casou com Mariana Cotrim.


1764

Nascia em São Salvador da Aramenha, Marvão, a minha tia-hexavó paterna (por Carlos Alberto), Ana Maria Escarameia. Filha dos meus heptavós paternos Manuel Gonçalves Escarameia e Maria Dias Nogueira. Casou com André Gonçalves Garção. Desconheço se teve filhos.


1759

Nascia na Ribeira do Braz, Figueiró dos Vinhos, a minha pentavó materna (por Cesaltina) Joaquina Maria Gomes, filha de João Simões e Francisca Maria (Valente). Era baptizada, na Igreja de Arega, a 22 de Julho. Os seus padrinhos foram Manuel Pires Antunes e sua mulher Maria. Casou com Simão Gomes de quem teve pelo menos seis filhos:


  1. Ana Gomes, nascida em 1792
  2. António Gomes, nascido em 1794
  3. Joaquim Gomes, nascido em 1797
  4. Maria Gomes, nascida a 1800
  5. José Gomes Lagarto, nascido a 1801, meu tetravô. Casou com Ana Maria Furtado.
  6. Joaquina Gomes, nascida a 1805



sexta-feira, 13 de julho de 2018

Eventos familiares do dia:

1992

Falecia em Portalegre, o meu tio-bisavô paterno (por Carlos Alberto) Pedro José Mendes Curinha filho de Severino Augusto Curinha e Hermínia da Conceição Serra Mendes. A sua mãe, Hermínia, era filha dos meus trisavós Francisco António Mendes Descalço e Deodata Maria Serra. Nasceu em 1912. Casou com Laura Reis. Desconheço se teve filhos.

1869

Nascia na Trindade, Beja, a minha trisavó paterna (por Ludovina), Maria Custódia Pereira, filha de David José e Custódia do Sacramento Pereira. Casou na Sé de Portalegre, aos 25 anos, em 1891 com António José Pepe e tiveram pelo menos dois filhos:


  1. Manuel Joaquim Pepe, nascido em 1892, meu bisavô que casou com Maria José Soares Póvoa;
  2. António Pepe, nascido em 1895 que faleceu com dois meses.
Faleceu antes de Fevereiro de 1907, data de morte do marido que era viúvo quando faleceu.


quinta-feira, 12 de julho de 2018

Eventos familiares do dia

1885

Era baptizado o meu tio-bisavô segundo João Luz Mendes Diabinho, neto dos meus tetravós paternos (por Carlos Alberto) Ludovino Mendes e Maria José Descalço, que nasceu a 24 de Abril do mesmo ano. Residia na Rua de Santa Clara da Freguesia da Sé de Portalegre e era sapateiro. Casou com Jerónima da Conceição Lagarto e com ela teve pelo menos um filho: Adolfo Gabriel Mendes que casou com Maria Marcelina Augusta.

domingo, 8 de julho de 2018

Eventos familiares do dia

1875

Casavam na Sé de Portalegre os meus trisavós paternos (por Carlos Alberto) António Dias e Joanna Maria.

Ele nascido em Ferreira do Zêzere em 1852, filho de Manuel Dias e Felícia Maria de Jesus (da Silva Mouga). Era colchoeiro e albardeiro e comerciante. Depois de casados foram morar na Travessa Paulo Coelho em Portalegre. Ela filha de pais incógnitos. Foi abandonada à nascença, em Portalegre, em Março de 1852. Tiveram cinco filhos, todos rapazes:


  1. Teotónio Dias Ferreira, nascido em 1876, casou com Rita d'Alegria Miranda Brito;
  2. Joaquim Dias Ferreira Júnior, nasceu em 1879 e casou com Maria Cecília Paiva;
  3. José António Dias, nasceu em 1882 e casou com Emília da Conceição Esteves;
  4. Manuel Dias Ferreira Júnior, nasceu em 1885, casou com Maria José Mendes Serra, meus bisavós;
  5. João António Dias, nasceu em 1887, casou com Tecelina da Conceição Roque.


A Joanna Maria faleceu aos 37 anos. O António Dias voltou a casar, mês e meio após a morte da primeira mulher, e teve mais cinco filhos com a segunda mulher, falecendo em 1912.

1797

Nascia na Levegada, Ferreira do Zêzere, a minha pentavó paterna (por Carlos Alberto), Francisca de Jesus Antunes. Foi baptizada a 15 de Julho do mesmo ano e os seus padrinhos foram Manuel Nunes Martins e sua filha Francisca. A 3 de Janeiro de 1822, aos 24 anos casou com Teodoro José Dias com quem teve pelo menos dois filhos:

Manuel Dias, nascido em 1825, casou com Felícia Maria de Jesus, meus tetravós.
Estevão dias, nascido por volta de 1840, casou duas vezes, a primeira com Francisca Maria, a segunda com Maria Joaquina.

Era viúva quando faleceu, na Levegada, a 27 de Dezembro de 1857.



sábado, 7 de julho de 2018

Eventos familiares do dia

2008


Falecia em Arronches, aos 80 anos, a minha tia-avó segunda paterna, por afinidade, Margarida Duarte Redondo.

Nasceu, em Arronches, Portalegre, em 1927. Casou com o meu tio-avô segundo paterno Alexandre Mendes Serra, neto dos meus trisavós Francisco Mendes Descalço e Deodata Serra.
Estes meus tios tiveram uma filha.



1907

Falecia o meu tio-trisavô materno, em Paio de Pele (actual Praia do Ribatejo), Manuel Grácio. Nasceu por volta de 1927 e era filho dos meu tetravós maternos Manuel Grácio e Ana da Conceição do Carmo.
Casou com Maria Luísa com quem teve cinco filhos.


quinta-feira, 5 de julho de 2018

Evento Familiar do Dia

1748

Nascia, em São Gregório de Nisa, Portalegre, a minha hexavó paterna (por Carlos Alberto), Maria Rita (Carvalho). Filha de Gregório Gonçalves Carvalho e Joana Maria (Beiçudo).
Casou com António Mendes e com ele teve pelo menos duas filhas:

Teodora Maria Mendes, que casou com João Vaz
Bernardina Josesa, pentavó.

Morreu antes do casamento da filha Bernardina em 1818.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Evento Familiares do Dia:

1989

Falecia em Loures a minha tia-avó segunda paterna (por Carlos Alberto) Guilhermina Dias Ferreira, que nasceu na Sé de Portalegre em 1905. Filha do meu tio-bisavô Teotónio Dias Ferreira e Rita d'Alegria Miranda Brito, neta dos meus trisavós António Dias e Joana Maria. Casou com António Augusto Duwens. Não tenho informação sobre filho.

1938

Casava, com Angenor Martins de Matos, a minha tia-avó materna Isaura Gomes (irmã de Cesaltina), que nasceu em Tancos, Vila Nova da Barquinha, em 1910, filha dos meus bisavós Adelina da Conceição Rodrigues e Manuel Gomes. Tiveram dois Filhos: José Matos e Madalena Matos (na foto). Faleceu na Pena, Lisboa, em 1981.



1749

Nascia em São Lourenço, Portalegre, a minha heptavó paterna Maria Isabel Milhinhos (por Carlos Alberto). Filha de Mateus Fernandes Enquartinado e Joana Gonçalves Milhinhos. Casou com Manuel José da Fonseca e tiveram pelo menos dois filhos:

Francisco Enquartinado, nasceu a 27 de Novembro de 1766
Dâmaso José da Fonseca, hexavô.

1723

Casavam em São Lourenço, Portalegre, os meus Octavós paternos (por Carlos Alberto) Francisco Vaz Cea e Maria Velez da Rosa. Ele casava pela terceira vez, ainda não consegui encontrar o nome dos seus pais. Ela, pela primeira vez casada era filha André Soares e Margarida Dias. Tiveram pelo menos 3 filhos:

Margarida, nascida a 25 de Abril de 1725
Antónia, nascida a 13 de Junho de 1727
Josefa Maria Vaz, heptavó.

1701

Nascia na Levegada, Ferreira do Zêzere, o meu Tio-octavô paterno (por Carlos Alberto) Manuel Heitor. Filho dos meus nonavós Domingos Heitor e Domingas Antunes. Casou com Maria Heitor e com ela teve pelo menos uma filha: Maria Nunes.


terça-feira, 3 de julho de 2018

Um crime que ficou por resolver

Curiosidades com que nos deparamos pesquisando registos. Este encontra-se na Freguesia de São Julião, Portalegre. Trata-se do óbito de um homem "que pello vestuário parecia ser da naçom Hespanhola", que se achou morto junto à Casa Nova e que durante os três dias em que esteve "exposto" ninguém o reconheceu.


segunda-feira, 2 de julho de 2018

Eventos familiares do dia:

1768

Nascia em Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide, a minha hexavó paterna (por Ludovina), Isabel Maria Calado. Filha de Manuel Rodrigues Soeiro e Rosária Maria Madeira.
Casou com José Ribeiro de Carvalho com que teve pelo menos o meu pentavô Vicente Ribeiro.
 
1842

Nascia, na freguesia da Sé de Portalegre, o meu tetravô paterno (por Ludovina), António Joaquim Canoco, filho de Lourenço José Canoco e Maria Isabel (Nunes), ele da freguesia de São Tiago e ela de São Lourenço.
Casou em 1867 com Josefa Rosa (Pepe) e com ela teve pelo menos o meu trisavô António Joaquim Pepe. Faleceu antes de 1886.



sábado, 30 de junho de 2018

Passar a fronteira como os contrabandistas

Artigo que publicado no Público em 2010 e considero interessante:

Passar a fronteira como os contrabandistas

Nasceram numa Europa sem fronteiras. Para os mais novos, não é fácil imaginá-las com guardas a revistarem os carros. A dificuldade é maior quando se fala em contrabando e caminhadas nocturnas com sacas de café às costas, testemunharam Bárbara Wong (texto) e António Carrapato (fotos)

O percurso é gratuito porque pode ser feito por conta própria, ou seja, no posto de turismo de Marvão a família pede um folheto onde o percurso vem identificado. Assim que chegar junto à igreja de Galegos, pode seguir as marcas que o identificam. Se quiser fazer com António Garraio, o melhor é juntar um grupo e pedir um orçamento.


Um dia não são dias e depois da energia despendida há que repor os açúcares, perdão, as energias, de preferência com a melhor qualidade. No Doces & Companhia, bem no centro de Castelo de Vide, é possível fazer um almoço completo com sopa e prato, para comer de garfo e faca, ou umas sandes gigantescas e saborosas de carne, frango, atum, etc. Mas ninguém pode sair sem provar os doces típicos da região, com origem nas melhores receitas conventuais, além do bolo de chocolate ou de nozes.

A subida faz-se quase a pique. As rochas de granito estão molhadas da chuva da noite e da humidade da manhã, por isso é preciso ir com cuidado para não escorregar. Depois de alguns minutos em silêncio, à procura do melhor sítio para pousar o pé, faz-se uma paragem a meio da subida. A respiração afogueada procura voltar ao ritmo normal. Os olhos percorrem o vale: de um lado é Espanha, do outro é Portugal. "Agora imaginem o que é fazer este caminho com 40 quilos de café às costas e de noite para não ser visto pela Guarda Fiscal", propõe António Garraio, que caminha à frente.

O contrabando, não só de café mas de outras mercadorias, parece ter existido desde sempre na zona fronteiriça, entre o Alto Alentejo e a Extremadura espanhola. Pelo menos faz parte das histórias de família de António Garraio, 47 anos, funcionário da autarquia de Marvão e que imaginou um passeio pedestre a que deu o nome de Percurso Romântico do Contrabando de Café.

Vestidos e com calçado adequado para grandes caminhadas, os caminhantes estão prontos para iniciar o percurso, que começa frente à igreja de Galegos, a poucos quilómetros da vila de Marvão. É ao pé da igreja que se deixa o carro estacionado. Depois, por uma estrada de terra batida, os pés escorregam na lama e o caminho faz-se entre muros feitos de granito, com as pedras bem encaixadas umas nas outras. De um lado e do outro há oliveiras, sobreiros e castanheiros. Lá ao fundo, por cima de Galegos, vê-se um pequeno aglomerado de casas; parecem estar longe e não imaginamos que seja possível chegar lá pelo nosso próprio pé.

Mas os olhos enganam. E a caminhada prossegue. Não há um caminho único do contrabando - nem sequer havia caminhos, qualquer percurso podia ser usado para o fazer, o objectivo era não ser visto pela Guarda Fiscal. Por isso, a serra de São Mamede era percorrida de noite por pessoas que faziam do contrabando um modo de subsistência. Não era sequer algo muito organizado, por exemplo com carrinhas, como acontecia noutras regiões.

António Garraio recorda que o contrabando podia ser feito por qualquer um: pelo garoto que escondia um quilo de café nos calções ou pela idosa que passava uns ovos para o outro lado da fronteira, na altura da Guerra Civil espanhola, quando muitos espanhóis passavam fome.


Para os mais novos, que nasceram numa Europa sem fronteiras e para quem as fronteiras ficam nos aeroportos, é difícil imaginar que era preciso autorização para passar de Portugal para Espanha; que as bagagens era revistas; e que certos produtos tão banais quanto os de mercearia, os caramelos ou a farinha não pudessem atravessar a fronteira. "Tudo o que tivesse valor comercial passava", resume António Garraio.

Contrabando a sair pela janela

Hoje, como então, a linha da fronteira é visível nos marcos de pedra, de um lado, o "P" de Portugal, do outro, o "E" de Espanha. "Agora tenho um pé em Espanha, agora estou em Portugal. Espanha! Portugal! Espanha! Portugal!" A brincadeira dos mais pequenos, as corridas de um lado para o outro da fronteira, não param, às portas de Fontañera, uma aldeia que a grafia denuncia ser espanhola. A terra não cresceu em volta da fonte que a abastece, mas ao longo da estrada, em direcção à fronteira com Portugal, mostra António Garraio. Por causa do contrabando, acredita e fundamenta: as últimas casas, junto à fronteira, eram lojas e têm todas janelas para trás. "Os guardas fiscais podiam estar a beber uma cerveja e o contrabando a sair pela janela das traseiras", ilustra. Como só havia uma estrada, quando a guarda espanhola chegava à aldeia, os habitantes avisavam-se uns aos outros e assim que as autoridades chegavam junto à fronteira já não apanhavam ninguém.

Pausa para descansar e para ver as muralhas de Marvão, que rodeiam a vila. Ao lado da última casa de Fontañera fica a primeira casa portuguesa, hoje uma ruína, a pouco mais de um quilómetro de Galegos, onde, durante o tempo áureo do contrabando, também havia diversas lojas, como em Fontañera. Hoje, de um lado e do outro, as lojas, ou "comércios", estão fechadas e as aldeias pouco habitadas.

A caminhada continua, ao todo são sete quilómetros num percurso circular que começa e acaba em Galegos. A partir de Fontañera segue-se pela estrada em direcção a Pitaranha, uma aldeia portuguesa rodeada de Espanha por todos os lados, menos por um, onde ainda é possível encontrar mulheres que recordam esse tempo e são elas próprias personagens das histórias do contrabando.

A paisagem é constante: muros de granito, oliveiras, castanheiros, sobreiros e uma pegada de javali, outra à frente - e um buraco feito com o focinho para o animal poder beber água. A serra é habitada por muitos animais selvagens (e não só). A subida continua e parece que se caminha em terra de ninguém. Garraio diz que esta zona se chama Dúvida, porque não sabemos bem se pisamos terra portuguesa ou espanhola até chegarmos ao topo, junto a mais um marco, desta vez colocado em cima de uma rocha de granito.

A vista impressiona. Ao fundo vê-se a cidade espanhola de Valência de Alcântara; do lado de cá, a paisagem, o verde, as rochas e um rebanho que pasta sereno lá muito ao fundo. Para os mais afoitos, o passeio pode prosseguir por umas escarpas acima, as Penhas da Esparoeira, imponentes, com cerca de 300 metros de altura. Dali será possível ver toda a Extremadura espanhola, até Madrid, imagina-se. Para os menos aventureiros, sugere-se o regresso a Galegos, junto a um riacho que vai cheio, em cascata, por causa das últimas chuvas, e que lembra outras serras, como a do Gerês.

A partir de Setembro, altura em que Marvão se engalana para receber a Feira do Café, o percurso vai mudar e entrar mais em Espanha. Será verdadeiramente internacional, congratula-se António Garraio.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Evento Familiar do dia:

1918


Casavam na Sé de Portalegre os meus bisavós paternos Manuel Joaquim Filipe Pepe e Maria José Soares Póvoa. Ele com 25 anos, natural da Sé de Portalegre, filho de António José Pepe e Maria Custódia Pereira. Era Jornaleiro à data do casamento, por volta de 1920 pertencia ao Regimento de Cavalaria da Guarda Fiscal, sendo mais tarde Funileiro. Ela com 21 anos, natural de Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide, filha de Ricardo da Cruz Póvoa e Basilíssa dos Santos Soares. Tiveram duas filhas:


  1. Ludovina Soares Pepe, minha avó, nascida em 1920
  2. Antónia Soares Pepe, nascida por volta de 1923
Ela falecia em 1949, ele em 1965.