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quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Eventos Familiares do Dia:

1858

Casavam na Igreja Paroquia, de Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide, os meus tetravós paternos (por Ludovina) Inácio da Cruz Póvoa e Catarina Maria da Alegria. Ele filho de José Nunes Póvoa e Helena do Carmo, nascido em 1836. Era jornaleiro e morava na Rua da Fonte de Castelo de Vide. Ela era filha de Feliciano José e Maria dos Santos. Tiveram pelo menos um filho:

Ricardo da Cruz Póvoa, meu trisavô, nascido em 1862 que casou com Basílissa dos Santos Soares.

1911

Falecia, de tuberculose, a minha tia-tetravó por afinidade paterna (por Ludovina) Joana Rosa. Nasceu por volta de 1865, filha de José Joaquim Paiva e Angélica Rosa. Casou com o meu tio-tetravô António Joaquim Pepe, filho dos meus pentavós António José Pepe e Jacinta Rosa. Tiveram oito filhos:


  1. Carolina Rosa Pepe nascida em 1889, casou com Manuel Maria Salvaterra, faleceu em 1910
  2. Olinda Rosa Pepe, nascida por volta de 1893, casou com João da Alegria
  3. Domingos Pepe nasceu em 1895, faleceu em 1899
  4. Angélica Rosa Pepe nasceu em 1896
  5. Boaventura Pepe nasceu por volta de 1897, faleceu em 1898
  6. Maria José Rosa Pepe nasceu por volta de 1901
  7. Joana Rosa Pepe, nasceu em 1905, casou duas vezes, a primeira com João Maria Reis e a segunda com Benvindo Maria Martelo. Faleceu em 1980
  8. Rosa Pepe, nasceu por volta de 1909
1886

Coloco aqui um tio-tetravô em sétimo grau, por considerá-lo uma figura importante. Poderia até entrar nas "Figuras Históricas do Dia", mas como a distância familiar é inferior ao 20º grau, coloco-o aqui:

Falecia, no Brasil, com uma Ectazia da aorta ascendente, o meu tio paterno afastado (por Carlos Alberto) Capitão José Cotrim da Silva Júnior que foi negociante na Corte e agraciado com o título de "Capitão quartel-mestre do comando superior da Guarda Nacional de Cabo Frio, Araruama e Saquarema. Nasceu por volta de 1830 em Saquarema, Rio de Janeiro, Brasil. Era filho de José Custódio Cotrim da Silva,  fazendeiro em Saquarema (fazenda do Tingui) e de Delfina Luiza Pamplona. Casou em 1851, no Rio de Janeiro, am casa do pai da noiva, com Joaquina Carolina de Azevedo Torres, descendente de família de povoadores da Cidade do Rio de Janeiro, no século XVI. Tiveram 6 filhos:

  1. Maria Carlota Torres Cotrim, nascida em 1852, casou com Nuno Ferreira de Andrade
  2. Joaquim José Torres Cotrim, nascido em 1853, casou com Júlia Torres de Carvalho, faleceu em 1918
  3. José Carlos Torres Cotrim, nasceu em 1855, casou com Mariana Belisário Soares de Sousa, faleceu em 1920
  4. Eduardo Augusto Torres Cotrim, nasceu e, 1857, casou com Rosa Emília Mendes Bernardes, faleceu em 1919
  5. Arthur Frederico Torres Cotrim, casou com Marie (francesa)
  6. Alberto Torres Cotrim


sexta-feira, 20 de julho de 2018

Eventos Familiares do Dia:

1793

Nascia no Lugar da Guia, Mata Mourisca, Manuel Grácio, meu pentavô materno (por Isidro). Filho de Dionísio José e Maria Teresa.
Aos 20 anos, em 1814, casou com Maria de Jesus (Rodrigues), foram morar para Vieira de Leiria e tiveram pelo menos cinco filhos:


  1. Manuel Grácio, nascido por volta de 1815, que casou com Maria de Jesus
  2. Luís Grácio, meu tetravô, nascido em 1819 e casou com Ana de Jesus Vicêncio
  3. Umbelina, nascida em 1821
  4. Maria, nascida em 1825 
  5. José, nascido em 1828
1807

Casavam em São Lourenço, Portalegre, os meus tios-pentavós paternos (por Carlos Alberto) Manuel Serra e Maria da Encarnação.
Ele, natural da cidade e freguesia acima referidas, era filho dos meus hexavós António Serra e Inês Teresa Rosada, filha de João Mateus, de Elvas, e Josefa Rosa de São Lourenço, Portalegre.


Tiveram pelo menos um filho, nascido em 1809 a quem deram o nome de Valentim.

1728

Casavam na Igreja Paroquial de Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide, os meus octavós paternos (por Ludovina) Gonçalo Sanches e Maria Calado. Ele filho de António Fernando Grande e Beatriz Mourato e ela, nascida em 1707 e filha de Francisco Vaz Soeiro e Maria Isabel Rodrigues.
Tiveram pelo menos sete filhos: 


  1. Manuel Rodrigues Soeiro, meu heptavô, nascido em 1729, que casou com Rosária Maria Madeira;
  2. Francisco, nascido em 1731;
  3. Francisco, nascido em 1732;
  4. Maria, nascida em 1734
  5. Joana, nascida em 1737
  6. João Baptista Soeiro, nascido em 1740 que casou com Ana Maria Inchado
  7. Josefa da Encarnação, nascida em 1744

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Eventos familiares do dia

1829

Nascia em São João Baptista, Castelo de Vide, o meu tetravô paterno (por Ludovina) João Pedro Soares. Filho de José Soares Alexandre e Ana Rosa (Manteigas). Foi baptizado a 1 de Agosto do mesmo ano e foram seus padrinhos João Francisco Pereira e Ana Pedro António.
Casou com Maria da Cruz Borba na Igreja Paroquial de Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide, quando tinha 27 anos, em 1858. Tiveram pelo menos uma filha: Basílissa dos Santos Soares. Por volta de 1862 aparece nos registos com a profissão de ferreiro e residente na Corredoura de Castelo de Vide.

Faleceu em 1894, aos 65 anos no Hospital de Castelo de Vide. Era viúvo. Foi enterrado no Cemitério Público de Castelo de Vide.

1818



Nascia, em Casais, Ferreira do Zêzere, o meu tio-tetravô paterno (por Carlos Alberto) José da Silva Mouga. Casou com Maria da Mota da Conceição e tiveram pelo menos um filho: Francisco da Silva Mouga (na foto).







sexta-feira, 6 de julho de 2018

Evento familiar do dia: Uma vida difícil

1898

Falecia, em Castelo de Vide, o meu tio-tetravô paterno (por Ludovina) José Nunes Póvoa.
Há memórias que são mais difíceis de escrever, este familiar, do pouco que consegui descobrir dele, teve uma vida difícil. Aqui vai.
Filho dos meus pentavós paternos José Nunes Póvoa e Helena do Carmo, nasceu em Castelo de Vide por volta de 1842. Casou por duas vezes, a primeira com Ana Teresa, com quem teve dois filhos. Ambos morreram antes de completar 2 anos de idade. Depois da morte desta primeira mulher casou com Catarina Fortunato, com quem teve outros dois filhos e ambos morreram também antes de completar 1 ano de idade. Durante o tempo que foi casado era trabalhador à jorna. Trabalhava no que aparecia. Mas voltou a enviuvar e quando morre, em 1898, com cerca de 56 anos, aparece como mendigo. Morreu numa caixa na rua em Castelo de Vide.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Eventos familiares do dia:

1768

Nascia em Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide, a minha hexavó paterna (por Ludovina), Isabel Maria Calado. Filha de Manuel Rodrigues Soeiro e Rosária Maria Madeira.
Casou com José Ribeiro de Carvalho com que teve pelo menos o meu pentavô Vicente Ribeiro.
 
1842

Nascia, na freguesia da Sé de Portalegre, o meu tetravô paterno (por Ludovina), António Joaquim Canoco, filho de Lourenço José Canoco e Maria Isabel (Nunes), ele da freguesia de São Tiago e ela de São Lourenço.
Casou em 1867 com Josefa Rosa (Pepe) e com ela teve pelo menos o meu trisavô António Joaquim Pepe. Faleceu antes de 1886.



quarta-feira, 27 de junho de 2018

Evento Familiar do dia:

1918


Casavam na Sé de Portalegre os meus bisavós paternos Manuel Joaquim Filipe Pepe e Maria José Soares Póvoa. Ele com 25 anos, natural da Sé de Portalegre, filho de António José Pepe e Maria Custódia Pereira. Era Jornaleiro à data do casamento, por volta de 1920 pertencia ao Regimento de Cavalaria da Guarda Fiscal, sendo mais tarde Funileiro. Ela com 21 anos, natural de Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide, filha de Ricardo da Cruz Póvoa e Basilíssa dos Santos Soares. Tiveram duas filhas:


  1. Ludovina Soares Pepe, minha avó, nascida em 1920
  2. Antónia Soares Pepe, nascida por volta de 1923
Ela falecia em 1949, ele em 1965.

 






domingo, 24 de junho de 2018

Evento familiar do dia:

1920

Nascia, na Rua de Santa Clara, freguesia da Sé, Portalegre a minha avó paterna Ludovina Soares Pepe. filha de Manuel Joaquim Filipe Pepe, natural de Portalegre, e Maria José Soares Póvoa, natural de Castelo de Vide. Em 1939, com 18 anos, casava com Carlos Alberto Dias Ferreira, com quem teve um filho. Foi operária da Fábrica de Sedas de Portalegre e tirou o diploma de ensino primário (4ª classe) em 1954, aos 33 anos. Faleceu no Monte de Caparica em 1989, com 68 anos. Tinha 1,60 (era uma mulher alta para a altura), em nova tinha um longo cabelo castanho escuro, olhos castanhos.









sexta-feira, 22 de junho de 2018

Eventos familiares do dia:

1760: Casavam, no Pinheiro da Bemposta, Oliveira de Azeméis, os meus hexavós maternos Mateus António de Oliveira e Francisca Maria. Ele natural do Lugar dos Casais, Oliveira de Azeméis, Filho de João de Oliveira e Maria Henriques. Ela natural do Pessegueiro, Pampilhosa da Serra e filha de Silvestre João e Maria André. Tiveram pelo menos dois filhos:

Nascimento de filho:

  1. João de Oliveira, nasceu a 4 de Novembro de 1764
  2. José António dos Santos, pentavô, nasceu a 1 de Novembro de 1767, casou com Maria Joana Henriques.


1740:

Nascia em Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide, o meu tio-heptavô paterno João Baptista Soeiro. Filho dos meus octavós paternos Gonçalo Sanches e Maria Calado, o apelido Soeiro vem do seu avô materno Francisco Vaz Soeiro. Casou com Ana Maria Inchada e com ela teve pelo menos quatro filhos.



domingo, 17 de junho de 2018

Eventos familiares do dia:

1732

Casavam em Arega, Figueiró dos Vinhos, os meus heptavós maternos (por Manuel Gomes), Manuel Simões e Domingas Frazão. Ele, solteiro, filho de Manuel Simões e Maria Luís, e ela viúva de Manuel Almeida e filha de António Furtado e Antónia Fernandes. Tiveram pelo menos 6 filhos:


  1. Manuel Simões, baptizado a 5 de Abril de 1733
  2. Maria Simões, baptizada a 11 de Abril de 1736
  3. João Simões, baptizado a 29 de Julho de 1738
  4. António Simões, baptiza a 25 de Junho de 1741
  5. José Simões, baptizado a 20 de Dezembro de 1743
  6. Maria, baptizada a 7 de Março de 1746

1917

Falecia o meu trisavô paterno (por Maria José Soares Póvoa), Ricardo da Cruz Póvoa.  Nascido a 25 de Maio de 1862, em Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide. Filho de Inácio da Cruz Póvoa e Catarina Maria da Alegria, que moravam na Rua da Fonte. Foi baptizado a 1 de Junho do mesmo ano pelo padre Manuel Joaquim Moura. O seu padrinho foi Ricardo Póvoa, solteiro, criado de servir.
No ano em que casou, 1890, era criado de servir, casando a 23 de Janeiro com Bassilíssa dos Santos Soares. Com ela teve, pelo menos, uma filha: Maria José Soares Póvoa.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Manuel Joaquim Felipe Pepe

Nasceu a 11 de Setembro de 1892, na freguesia da Sé, Portalegre. Filho António José Pepe, da freguesia da Sé de Portalegre e Maria Custódia Pereira, da freguesia da Trindade de Beja. Avós paternos: António Joaquim Canoco e Josefa Rosa Pepe, ambos da Sé de Portalegre. Avós maternos: David José e Custódia do Sacramento Pereira, ambos da Trindade de Beja. Foi baptizado na Sé de Portalegre no dia 30 de Outubro de 1892. Os padrinhos foram Manuel Maria Pepe e Ana, mulher de Joaquim Cardoso.
Por volta de 1918 era jornaleiro e morava na Rua de Elvas, da freguesia da Sé de Portalegre. A 27 de Junho de 1918 casou com Maria José Soares Póvoa, filha de Ricardo da Cruz Póvoa e Basilíssa dos Santos Soares, todos naturais de Santa Maria da Devesa de Castelo de Vide.

O casal foi depois morar para a Rua de Santa Clara, na freguesia da Sé de Portalegre.
Por volta de 1920 pertencia ao Regimento de Cavalaria da Guarda Fiscal.
A 24 de Junho de 1920 nascia a filha Ludovina Soares Pepe.
Por volta de 1923 nascia a filha Antónia Soares Pepe.
Por volta de 1949 era Funileiro na Guarda-Fiscal
A 9 de Março de 1949 morria a mulher, Maria José Soares Póvoa, no Hospital da Misericórdia de Portalegre.
Morreu em 1965 em Portalegre.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Ludovina Soares Pepe


Nasceu na Rua de Santa Clara, Sé, Portalegre, no dia 24 de Junho de 1920 às 19 horas, filha de Manuel Joaquim Pepe, da Sé, Portalegre e Maria José Soares Póvoa, de Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide. Avós paternos António José Pepe, da Sé de Portalegre e Maria Custódia Pereira da Freguesia da Trindade, Beja. Avós maternos Ricardo da Cruz Póvoa e Basilissa dos Santos Soares, ambos de Castelo de Vide. Teve como padrinhos de baptismo Manuel Mendes, Jornaleiro, e sua mulher, Ludovina da Conceição Lopes, Doméstica.

Foi operária da Fábrica das Sedas de Portalegre


A 5 de Março de 1939, quando tinha 19 anos, casou com Carlos Alberto Dias Ferreira, filho de Manuel Dias Ferreira Júnior e Maria José Mendes, na Conservatória do Registo Civil de Portalegre.
A 21 de Junho de 1942 nascia o primeiro e único filho, Rui Dias Ferreira, na freguesia de São Lourenço, Portalegre.
Quando tinha 28 anos morreu a sua mãe, a 9 de Março de 1949.
Aos 33 anos, a 8 de Maio de 1954 , completou a 4ª Classe Ensino Primário Elementar.




Morreu de ataque cardíaco, aos 68 anos, no dia 11 de Junho de 1989. Está sepultada na secção 14ª do cemitério do Monte de Caparica.





domingo, 11 de setembro de 2016

Pedro Gonçalves Veludo

   
 Nasceu por volta do ano 1665 (data calculada).
    Casou com Maria Lopes de quem enviuvou. A 10 de Outubro de 1706 casou com Maria Gonçalves Madeira filha de Manuel Gonçalves Pelouro e Maria Gonçalves, na Igreja Paroquial de Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide, onde moravam. O casamento foi celebrado pelo Padre Miguel Barrento de Sequeira.
    A 15 de Abril de 1710 nasceu o filho Pedro Veludo.
    A 3 de Maio de 1713 nasceu a filha Francisca Gonçalves.
    A 12 de Fevereiro de 1725 nasceu o filho Vicente Veludo.
    A 19 de Novembro de 1732, estando muito doente, fez testamento.
    Morreu no dia 25 de Novembro de 1732.

   Transcrevo o que consegui entender do seu testamento, que pode ser encontrado aqui.

     Em nome da Santíssima Trindade, Padre, Filho e Espírito Santo, três pessoas distintas e hum só Deos verdadeiro em quem creio e adoro como fiel Christão, eu Pedro Gonçalves Veludo, morador desta Villa, estando doente de cama, com doença que Deus há querido darme mas com todo meu perfeito juizo e entendimento, faço o meu testamento pela mão de Manoel Gonçalves Estrada para bem de minha alma pedindo perdão a Deos nosso senhor e a sua Maria e a todos os santos da corte do Ceo e peço ao anjo da minha guarda que seja meu (advogado) diante de Deos Nosso Senhor Jesus Christo não faltando aos autos de feé a que vou obrigado que são feé Esperança e Caridade, pedido perdão a todas as creaturas que tenha ofendido para que Nosso Senhor me perdoe e me veja com auxílios e ficares para acabar a vida em sua graça Amem Jesus. Mando que sendo ________ por querido me levar desta vida presente ter a morte _________ no habito de São Francisco dos ________ mando que seja sepultado na minha freguesia em hurna ouca da fabrica e me acompanhem seis Padres pela esmola custumada e se me faça ___ ofício ofertado com a oferta oferta custumada e mande se me digam seis missas de corpo presente com _______ ou de privilégio e se me toque os singnos como he custume e peço aos _______ da Misericordia levem meu corpo a sepultura e se compre toda a sera que for necesaria para a minha funeraria mando se mede hum alqueire de pam  a melado aos pobres e faltando alguma _____ para a minha funeraria minha melhor odispora e lhe será levado em conta como sei tivera escrito  e pagando a Irmandade de nossa Senhora da Conseisão alguma ______ que tenha noemado asima ficarão valendo como se minha mulher as pagara e para o que tenho disposto mando se gaste numa moeda de quatro mil oitocento e sobrando alguma ceara  se dira em missas pella minha alma. Declaro que _____ hum ______ de uma vinha __ nos tres lagares que __ fureira a Santa Casa da Misericórdia nomeio este foro com tudo o que lhe pertense em minha molher Maria Gonçalves e disponha nele como lhe parecer sem ninguém lhe poder empedir cuja minha molher nomeio por minha ordeira e a meus filhos e nomeio a dita minha molher por testamenteira e ordeira da dos ditos meus filhos de todos os bens que forem meus e me pertenserem de hoje para todo o sempre e por esta maneira hey por acabado este meu testamento e mando se cumpra como nele se contem e pedi ao Frei Manoel Gonçalves Estrada que este por mim se reze e comigo a signasse o cual eu fis e a signei a seu rogo. Castelo de Vide de ____ 19 de Dezembro de 1732 annos.
Assento de casamento

Assento de óbito


Vicente Ribeiro

     Nasceu no dia 14 de Março de 1795 em Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide. Filho legítimo de José Ribeiro de carvalho e de Isabel Maria. Neto paterno de Manuel Ribeiro de Carvalho e Isabel Maria. Neto materno de Manuel Rodrigues Soeiro e de Rosária Maria, todos naturais de Santa Maria da Devesa.


     Foi baptizado no dia 22 de Março de 1795 pelo padre Crispim Manuel Pereira. Foram padrinhos Vicente Joaquim Madeira e Ana Joaquina, filha de Manuel Rodrigues Soeiro. Foram testemunhas os padres António Ribeiro Sarzedas e António José Honrado.

     Casou com Isabel Teresa

     A 21 de Outubro de 1831 nasceu a filha Maria da Cruz.

Assento de baptismo
Igreja de Santa Maria da Devesa

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Ricardo da Cruz Póvoa


  • Nasceu às 6 h. de 25 de Maio de 1862, na freguesia de Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide. Foi baptizado na matriz de Castelo de Vide no dia 1 de Junho de 1862. Filho de Inácio Póvoa, jornaleiro, natural da mesma freguesia e Catarina da Alegria, natural de S. Julião, Portalegre, moradores na Rua da Fonte, Castelo de Vide. Neto paterno de José Nunes Póvoa e Helena do Carmo e materno de Feliciano José e Maria dos Santos. Foi padrinho Ricardo Póvoa, solteiro, criado de servir e José Póvoa, solteiro, criado de servir.
  • Teve como profissões jornaleiro e, por volta de 1890 era criado de servir.
  • Casou a 23 de Janeiro de 1890 com Basilissa dos Santos Soares
  • A 16 de Fevereiro de 1897 nascia a filha Maria José Soares Póvoa.
  • Morreu a 17 de Junho de 1917.
Assento de Baptismo

Basilíssa dos Santos Soares


  • Nasceu às 7h30 min. do dia 19 de Outubro de 1862 em Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide. Filha legítima de João Pedro Soares e Maria da Cruz, naturais de Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide. Foi Baptizada na Igreja paroquial de Sta Maria da Devesa, Castelo de Vide, no dia 1 de Novembro de 1862. Era filha de João Pedro Soares, ferreiro, e Maria da Cruz, "empregada do governo de sua casa", naturais da mesma freguesia, moradores na "Volta da Corredoura". Neta paterna de José Soares Alexandre e Ana Rosa e materna de Vicente Ribeiro e Isabel Teresa. Foi padrinho António Tomás, viúvo, sapateiro, e madrinha Maria Joana, solteira.
  • Casou a 23 de Janeiro de 1890, na Igreja Paroquial de Santa Maria da Devesa com Ricardo da Cruz Póvoa, de 27 anos, solteiro, criado de servir, natural da Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide, filho de Inácio Póvoa e Catarina da Alegria. Foram testemunhas José António Gordo e António Lourenço Ribeiro, carpinteiro. A cerimónia foi realizada pelo Reverendo Presbítero Serafim Augusto do Patrocínio.
  • Foi morar para a Rua do Paço Novo, na freguesia de Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide.
  • Às cinco da manhã do dia 16 de Fevereiro de 1897 nascia a filha, Maria José Soares Póvoa  na Igreja Paroquial de Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide. 
  • Em 1918 morava no Sítio de S. Pedro em Portalegre. 
  • Morreu antes de 1949.
Assento de Baptismo

Assento de Casamento


Maria José Soares Póvoa


  • Nasceu às cinco da manhã do dia 16 de Fevereiro de 1897. Filha legítima de Ricardo da Cruz Póvoa, Jornaleiro, e de Basilíssa dos Santos Soares, naturais de Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide, moradores na Rua do Poço Novo, na mesma freguesia. Baptizada no dia 19 de Abril de 1897 na Igreja Paroquial de Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide. Neta paterna de Inácio Póvoa, natural de Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide, e Catarina da Alegria, natural de São Julião, Portalegre. Neta materna de João Pedro Soares, natural de São João Baptista, Castelo de Vide, e Maria da Cruz Ribeiro, natural de Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide. Foram padrinhos José Paulo, jornaleiro, e Maria José.
  • Antes de casar, em 1918, morava no Sítio de São Pedro, Portalegre.
  • Casou no dia 27 de Junho de 1918 com Manuel Joaquim Filipe Pepe na Sé Catedral de Portalegre. Foram testemunhas Manuel Maria Pepe, casado, criado de servir, Vicente Soares, solteiro, empregado na fábrica da luz e Maria José Soares, solteira, doméstica. Assinou o seu assento de casamento (sabia escrever). Foi morar para a Rua de Santa Clara, na freguesia da Sé de Portalegre.
  • A 24 de Junho de 1920, às 19 horas, nasceu em casa a primeira filha, Ludovina Soares Pepe.
  • Por volta de 1923 nasceu a segunda filha, Antónia Soares Pepe.
  • Morreu no Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Portalegre a 9 de Março de 1949, de hemorragia cerebral. Foi sepultada no cemitério público de Portalegre.


    Assento de Baptismo
    Assento de Casamento

    Assento de óbito


    Manuel Joaquim Filipe Pepe e Maria José Soares Póvoa


    Ludovina Soares Pepe


    Antónia Soares Pepe