quarta-feira, 11 de julho de 2018

Eventos familiares do dia

1829

Nascia em São João Baptista, Castelo de Vide, o meu tetravô paterno (por Ludovina) João Pedro Soares. Filho de José Soares Alexandre e Ana Rosa (Manteigas). Foi baptizado a 1 de Agosto do mesmo ano e foram seus padrinhos João Francisco Pereira e Ana Pedro António.
Casou com Maria da Cruz Borba na Igreja Paroquial de Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide, quando tinha 27 anos, em 1858. Tiveram pelo menos uma filha: Basílissa dos Santos Soares. Por volta de 1862 aparece nos registos com a profissão de ferreiro e residente na Corredoura de Castelo de Vide.

Faleceu em 1894, aos 65 anos no Hospital de Castelo de Vide. Era viúvo. Foi enterrado no Cemitério Público de Castelo de Vide.

1818



Nascia, em Casais, Ferreira do Zêzere, o meu tio-tetravô paterno (por Carlos Alberto) José da Silva Mouga. Casou com Maria da Mota da Conceição e tiveram pelo menos um filho: Francisco da Silva Mouga (na foto).







terça-feira, 10 de julho de 2018

Eventos familiares do dia:

1737

Era baptizado em Ferreira do Zêzere o meu tio-hexavô paterno (por Carlos Alberto) António Joaquim Dias. Filho dos meus heptavó Caetano Dias e Luísa Maria (Ferreira). Casou com Jacinta Genoveva e com ela teve pelo menos uma filha: Maria Dias.

1720

Nascia a minha heptavó paterna (por Carlos Alberto) Maria Dias Nogueira, em São Salvador da Aramenha, Marvão,
Portalegre. Filha de Domingos Gonçalves e Maria Dias Ortinha.
Casou com o meu heptavô Manuel Gonçalves Escarameia, em São Salvadora da Aramenha, em 1741 e tiveram pelo menos seis filhos:

  1. Manuel Gonçalves Escarameia, nascido em 1742. Casou com Teodora Maria.
  2. Rosa Maria, nascida em 1751, faleceu em 1807.
  3. Maria, nascida em 1754, faleceu um ano depois.
  4. Maria Teresa, minha pentavó, nasceu em 1756,casou com Estevão Pedro.
  5. Margarida, nascida em 1760
  6. Ana Maria, nascida em 1764, casou com André Gonçalves Garção.


Faleceu em 1797, com 77 anos, em São Salvador da Aramenha.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Figura História do Dia

Ramiro Garcés falecia a 9 de Julho de 981 em Torrevicente

Foi o primeiro rei de Viguera (c. 970-981)
Ramiro Garcés era filho de García Sánchez I de Pamplona e sua segunda mulher, Teresa Ramírez,​ possivelmente filha de Ramiro II de Leão e da rainha Adosinda Gutiérrez.

Nasceu provavelmente entre 947 e 953. Aparece documentado pela primeira vez em 953.

O seu pai interveio na luta pela sucessão ao trono de Leão, apoiando o seu primo Sancho I e é possível que Ramiro, ainda muito jovem, fizesse parte da comitiva de cavaleiros que foram à corte quando este sucedeu ao trono em 960. Voltaria a Pamplona em 966 o mais tardar.

A 22 de Fevereiro de 970 o seu pai morre. Sancho II é aclamado rei de Pamplona. Acontece então algo ainda não explicado totalmente: Ramiro Garcés, expressamente a partir do ano 972, é aclamado rei da Viguera, sob a autoridade de seu irmão Sancho. As razões para tal são desconhecidas, mas talvez tal tenha ocorrido para reforçar uma zona exposta a ataques por muçulmanos.

A 6 de Julho de 975 sofreu uma derrota às mãos das tropas do califa Al-Hakam.

Morreu às mãos dos muçulmanos a 9 de Julho de 981 na Batalha de Torrevicente.

Fonte: https://www.condadodecastilla.es/personajes/ramiro-garces-rey-viguera/ - onde podem obter mais informações.


domingo, 8 de julho de 2018

Figura Histórica do Dia

Pepino I, Rei de Itália faleceu a 8 de Julho de 810.

Nasceu por volta de 770.Foi o terceiro filho de Carlos Magno e Hildegarda de Vintschgau.  Ao nascer, foi-lhe dado o nome de Carlomano, mas quandoo  seu irmão Pepino, "o Corcunda" traiu o seu pai, o nome de Pepino, foi-lhe tirado e dado ao 3.º filho. Recebeu o Reino de Itália após a vitória do seu pai sobre os lombardos em 781, tendo sido coroado pelo Papa Adriano I com a Coroa de Ferro.

Foi tido como um líder activo em Itália, tendo trabalhado para expandir o império franco. Entre 788 e 789 conseguiu tomar posse de forma estável dos territórios de Ístria e em 791 liderou o seu exército pelo vale do Drava e saqueou a Panônia, enquanto o seu pai pela margem esquerda, seguia o curso do Danúbio, no território dos avaros.

Carlos Magno foi forçado a deixar incompleta esta investida militar para lidar com uma insurreição na Saxónia em 792. Pepino com o duque Eric de Friuli, deu continuidade às incursões militares continuando a atacar as fortificações dos Ávaros, construídas em anel.

O denominado "Grande Anel dos ávaros, a sua fortaleza principal foi invadida tendo o seu espólio sido enviado para a corte de Carlos Magno, em Aquisgrano e distribuído entre todos os seus seguidores e até mesmo entre os governantes estrangeiros, incluindo o rei Offa da Mércia.

Teve várias amantes, cujos nomes não são totalmente conhecidos, e cuja ascendência não é igualmente totalmente conhecida e devidamente fundamentada numa fonte fiável. Entre as suas relações é tido como tendo casado com Berta de Toulouse, filha de Guilherme I de Toulouse, conde de Toulouse e de uma das suas esposas, possivelmente de Guiburga de Hornbach, filha de Guerner de Hornbach, de quem teve:

  1. Bernardo de Itália (Vermandois, Picardia 797 - Milão, 17 de abril de 818[3]) foi rei de Itália até 818.
  2. Adelaide de Itália (c. 805 - ?), casada com Guido I, duque de Espoleto, filho de Lamberto I de Nantes.
  3. Atala de Itália;
  4. Gundrada de Itália (c. 800 ou 810 - c. 810)
  5. Berta de Itália,
  6. Theodrada de Itália


Fonte: Wikipedia


Eventos familiares do dia

1875

Casavam na Sé de Portalegre os meus trisavós paternos (por Carlos Alberto) António Dias e Joanna Maria.

Ele nascido em Ferreira do Zêzere em 1852, filho de Manuel Dias e Felícia Maria de Jesus (da Silva Mouga). Era colchoeiro e albardeiro e comerciante. Depois de casados foram morar na Travessa Paulo Coelho em Portalegre. Ela filha de pais incógnitos. Foi abandonada à nascença, em Portalegre, em Março de 1852. Tiveram cinco filhos, todos rapazes:


  1. Teotónio Dias Ferreira, nascido em 1876, casou com Rita d'Alegria Miranda Brito;
  2. Joaquim Dias Ferreira Júnior, nasceu em 1879 e casou com Maria Cecília Paiva;
  3. José António Dias, nasceu em 1882 e casou com Emília da Conceição Esteves;
  4. Manuel Dias Ferreira Júnior, nasceu em 1885, casou com Maria José Mendes Serra, meus bisavós;
  5. João António Dias, nasceu em 1887, casou com Tecelina da Conceição Roque.


A Joanna Maria faleceu aos 37 anos. O António Dias voltou a casar, mês e meio após a morte da primeira mulher, e teve mais cinco filhos com a segunda mulher, falecendo em 1912.

1797

Nascia na Levegada, Ferreira do Zêzere, a minha pentavó paterna (por Carlos Alberto), Francisca de Jesus Antunes. Foi baptizada a 15 de Julho do mesmo ano e os seus padrinhos foram Manuel Nunes Martins e sua filha Francisca. A 3 de Janeiro de 1822, aos 24 anos casou com Teodoro José Dias com quem teve pelo menos dois filhos:

Manuel Dias, nascido em 1825, casou com Felícia Maria de Jesus, meus tetravós.
Estevão dias, nascido por volta de 1840, casou duas vezes, a primeira com Francisca Maria, a segunda com Maria Joaquina.

Era viúva quando faleceu, na Levegada, a 27 de Dezembro de 1857.



sábado, 7 de julho de 2018

Eventos familiares do dia

2008


Falecia em Arronches, aos 80 anos, a minha tia-avó segunda paterna, por afinidade, Margarida Duarte Redondo.

Nasceu, em Arronches, Portalegre, em 1927. Casou com o meu tio-avô segundo paterno Alexandre Mendes Serra, neto dos meus trisavós Francisco Mendes Descalço e Deodata Serra.
Estes meus tios tiveram uma filha.



1907

Falecia o meu tio-trisavô materno, em Paio de Pele (actual Praia do Ribatejo), Manuel Grácio. Nasceu por volta de 1927 e era filho dos meu tetravós maternos Manuel Grácio e Ana da Conceição do Carmo.
Casou com Maria Luísa com quem teve cinco filhos.


sexta-feira, 6 de julho de 2018

Evento familiar do dia: Uma vida difícil

1898

Falecia, em Castelo de Vide, o meu tio-tetravô paterno (por Ludovina) José Nunes Póvoa.
Há memórias que são mais difíceis de escrever, este familiar, do pouco que consegui descobrir dele, teve uma vida difícil. Aqui vai.
Filho dos meus pentavós paternos José Nunes Póvoa e Helena do Carmo, nasceu em Castelo de Vide por volta de 1842. Casou por duas vezes, a primeira com Ana Teresa, com quem teve dois filhos. Ambos morreram antes de completar 2 anos de idade. Depois da morte desta primeira mulher casou com Catarina Fortunato, com quem teve outros dois filhos e ambos morreram também antes de completar 1 ano de idade. Durante o tempo que foi casado era trabalhador à jorna. Trabalhava no que aparecia. Mas voltou a enviuvar e quando morre, em 1898, com cerca de 56 anos, aparece como mendigo. Morreu numa caixa na rua em Castelo de Vide.

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Evento Familiar do Dia

1748

Nascia, em São Gregório de Nisa, Portalegre, a minha hexavó paterna (por Carlos Alberto), Maria Rita (Carvalho). Filha de Gregório Gonçalves Carvalho e Joana Maria (Beiçudo).
Casou com António Mendes e com ele teve pelo menos duas filhas:

Teodora Maria Mendes, que casou com João Vaz
Bernardina Josesa, pentavó.

Morreu antes do casamento da filha Bernardina em 1818.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Evento Familiares do Dia:

1989

Falecia em Loures a minha tia-avó segunda paterna (por Carlos Alberto) Guilhermina Dias Ferreira, que nasceu na Sé de Portalegre em 1905. Filha do meu tio-bisavô Teotónio Dias Ferreira e Rita d'Alegria Miranda Brito, neta dos meus trisavós António Dias e Joana Maria. Casou com António Augusto Duwens. Não tenho informação sobre filho.

1938

Casava, com Angenor Martins de Matos, a minha tia-avó materna Isaura Gomes (irmã de Cesaltina), que nasceu em Tancos, Vila Nova da Barquinha, em 1910, filha dos meus bisavós Adelina da Conceição Rodrigues e Manuel Gomes. Tiveram dois Filhos: José Matos e Madalena Matos (na foto). Faleceu na Pena, Lisboa, em 1981.



1749

Nascia em São Lourenço, Portalegre, a minha heptavó paterna Maria Isabel Milhinhos (por Carlos Alberto). Filha de Mateus Fernandes Enquartinado e Joana Gonçalves Milhinhos. Casou com Manuel José da Fonseca e tiveram pelo menos dois filhos:

Francisco Enquartinado, nasceu a 27 de Novembro de 1766
Dâmaso José da Fonseca, hexavô.

1723

Casavam em São Lourenço, Portalegre, os meus Octavós paternos (por Carlos Alberto) Francisco Vaz Cea e Maria Velez da Rosa. Ele casava pela terceira vez, ainda não consegui encontrar o nome dos seus pais. Ela, pela primeira vez casada era filha André Soares e Margarida Dias. Tiveram pelo menos 3 filhos:

Margarida, nascida a 25 de Abril de 1725
Antónia, nascida a 13 de Junho de 1727
Josefa Maria Vaz, heptavó.

1701

Nascia na Levegada, Ferreira do Zêzere, o meu Tio-octavô paterno (por Carlos Alberto) Manuel Heitor. Filho dos meus nonavós Domingos Heitor e Domingas Antunes. Casou com Maria Heitor e com ela teve pelo menos uma filha: Maria Nunes.


terça-feira, 3 de julho de 2018

Um crime que ficou por resolver

Curiosidades com que nos deparamos pesquisando registos. Este encontra-se na Freguesia de São Julião, Portalegre. Trata-se do óbito de um homem "que pello vestuário parecia ser da naçom Hespanhola", que se achou morto junto à Casa Nova e que durante os três dias em que esteve "exposto" ninguém o reconheceu.


Evento familiar do dia

1726

Nascia em Ferreira do Zêzere a minha tia-hexavó paterna (por Carlos Alberto) Clara Maria de Jesus, filha dos meus heptavós paternos Caetano Dias e Luísa Maria (Ferreira).  A 12 de Julho de 1768 foi baptizado na Igreja de São Miguel de Ferreira do Zêzere o filho Nicolau. Foram padrinhos o Prior José da Mota Ribeiro e Maria, filhos de Manuel Ribeiro. Casou com António Marques de Azevedo e com ele teve pelo menos quatro filhos.



segunda-feira, 2 de julho de 2018

Figura histórica do dia:

Roberto, O Forte, falecia a 2 de Julho de 866

Roberto, o Forte, nasceu cerca de 815, faleceu em Brissarthe, Maine-et-Loire, a 2 de Julho de 866, também conhecido como Roberto IV de Worms, foi Conde de Anjou em 862, conde de Auxerre e conde de Nevers em 865, e marquês da Nêustria, além de conde de Worms.

A sua ascendência ainda é objeto de estudo, mas há relatos que ele tenha sido filho de Roberto III de Worms com Waldrada de Orleães e descenda de um certo nobre chamado Erisson Pablo. A sua mulher chamava-se Ema da Argóvia, filha de Conrado I de Auxerre, conde de Sundgau e Tours, e de Eva de Auxerre (775 -?), de quem teve:

Eudo de Paris, depois Rei de França entre 888 e 898.
Roberto I de França, que foi Rei de França entre 922 e 923.

É citado em 836, ano em que ele deixou a Renânia, mas sem título.
Durante as lutas de poder entre os filhos de Luís I, o Piedoso, ele ficou do lado de Carlos, o Calvo, que era genro de Odão de Orleães e, portanto, o marido provável da sua prima germana. Teve então de abandonar a sua terra, pertencente ao reino de Lotário I, para se refugiar no Ocidente, com a família da sua mãe.
Em 852, Carlos, o Calvo tornou-o abade laico de Marmoutier, no ano seguinte missus Dominicus de diversos condados da Nêustria, especialmente nas regiões de Tours e Angers.

em 858 encontramo-lo ao lado de Luís, o Germânico contra Carlos, o Calvo e o seu filho. Rende-se em 861 em troca do marquesado da Nêustria.

Em 862, 864 e 865, Roberto distingue-se na luta contra as ofensivas dos vikings que estabeleceram bases na foz do Loire (853) e do Sena (856), sob a liderança de Hasting. Bernardo Plantevelue, não querendo desistir herança paterna, passou a atacar Roberto, o Forte que teve que abandonar Autun e para compensar, tomou posse da Abadia de São Martinho de Tours e expulsou o abade. Em 866, Carlos, o Calvo concedeu-lhe, além de novo Marquesado da Nêustria, a colegiada da Abadia de São Martinho de Tours, abadia de prestígio que tinha a vantagem de disponibilizar a Roberto uma mensa abadial permitindo-lhe dotar muitos vassalos.

Roberto faleceu em 866 num combate adversário, com outros condes, contra os normandos que desceram ao Sarte depois de pilhar o Le Mans (Batalha de Brissarte).

(Fonte: wikipedia)

Eventos familiares do dia:

1768

Nascia em Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide, a minha hexavó paterna (por Ludovina), Isabel Maria Calado. Filha de Manuel Rodrigues Soeiro e Rosária Maria Madeira.
Casou com José Ribeiro de Carvalho com que teve pelo menos o meu pentavô Vicente Ribeiro.
 
1842

Nascia, na freguesia da Sé de Portalegre, o meu tetravô paterno (por Ludovina), António Joaquim Canoco, filho de Lourenço José Canoco e Maria Isabel (Nunes), ele da freguesia de São Tiago e ela de São Lourenço.
Casou em 1867 com Josefa Rosa (Pepe) e com ela teve pelo menos o meu trisavô António Joaquim Pepe. Faleceu antes de 1886.